domingo, 18 de maio de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Nova Parceria para Desenvolvimento Equipes
Quando pensamos em desenvolvimento devemos lembrar da importância de cada um de nós, na qualidade de nossa comunicação, nas nossas relações, nossa postura faz a diferença para conquistarmos nossos desejos, projetos e sonhos.
E para isso contamos com parcerias, e todos nós de alguma forma estamos inseridos em grupos e /ou equipes de trabalho e queremos que estas equipes nos proporcionem a oportunidade de demonstrar nosso potencial criativo, que possamos levar a nossa contribuição para alcançar os objetivos estabelecidos.
Uma equipe funciona quando há sinergia e nossa proposta se baseia nos aspectos de integração, postura, estratégia, tática.
Apresento a vocês então a parceria com Andreas Treichel, graduando em Engenharia de Produção, gestão por indicadores, melhoria contínua de processos por grupos de melhoria, conselheiro em governança corporativa. Empreendedor na integração de recursos humanos priorizando o desenvolvimento de equipes. Campeão mundial de clubes, seleção e World Games, voluntário no desenvolvimento do esporte no Rio de Janeiro e São Paulo.
Procuramos alinhar nossos conhecimentos para criar vivências e treinamentos que tragam reflexão, mudança e novas possibilidades.
Em breve passaremos mais detalhes,
sexta-feira, 4 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Mito Eros e Psiquê
Eros, o deus grego do amor e do desejo, conhecido na mitologia romana como Cupido, é filho de Afrodite e de um dosprováveis deuses: Ares, ou Hermes, ou Zeus. Sendo o mais jovem dos deuses, Eros é geralmente representado comouma criança alada, com arco e flecha, pronto a disparar sobre o coração de deuses e de mortais, suscitando-lhes odesejo e o amor. As flechas eram de dois tipos: as douradas, de penas de pomba, que suscitavam o amor, e as flechasde chumbo, com penas de coruja, que causavam a indiferença. Frequentemente com os olhos vendados para simbolizara cegueira do amor, Eros tornava-se perigoso para os demais, pois disparava setas em todas as direções, chegandomesmo a atingir a própria mãe, que o castigava retirando-lhe as asas e o arco.
Uma das lendas mais conhecidas do deus do Amor é a aventura amorosa com Psique, nome que em grego significa alma.
Psique era uma princesa de uma beleza tão exultante que fazia ciúmes à própria Afrodite. Esta deusa deu instruções aofilho, Eros, para punir a audácia da princesa, fazendo com que esta se apaixonasse pelo homem mais feio do mundo, eEros obedeceu. O pai da jovem, verificando que Psique era a única das suas três filhas que ainda não tinha casado,resolveu consultar o oráculo. Este revelou-lhe que deveria preparar Psique como para uma cerimónia nupcial e, emseguida, abandoná-la numa montanha junto de um rochedo, onde um monstro, seu futuro marido, a iria buscar. Assim sepassou e, enquanto aguardava resignada a sua triste sorte, Psique foi recolhida pelos braços de Zéfiro, que a levou paraum lindo palácio. Psique estava quase a adormecer, quando um ser misterioso apareceu na escuridão do seu quarto e lhedisse que era o marido a quem ela estava destinada. Era o belo Eros que desempenhava o papel de marido, tentandodesta forma executar o castigo que Afrodite pedira, mas, ao ver Psique, apaixonou-se imediatamente por ela. Antes dedesaparecer, pouco antes do amanhecer, Eros obrigou Psique a jurar que nunca tentaria ver o seu rosto.
Com o passar do tempo, Psique apaixonou-se pelo ser misterioso até que um dia, ao visitar as irmãs, invejosas da suafelicidade, foi instigada a ver o rosto do seu marido. Então, curiosa, Psique resolveu seguir o conselho das irmãs. Assim,enquanto o marido estava a dormir silenciosamente, Psique acendeu uma vela e, em vez do monstro, encontrou obelíssimo Eros. Aproximando-se para o ver melhor, deixou cair uma gota de cera no ombro do deus. Eros acordou e,furioso, reprimiu-a pela sua curiosidade e pela quebra da promessa que lhe tinha feito e retirou-se. Ao mesmo tempo,desapareceu o palácio e Psique encontrou-se, de novo, na montanha, onde, desgostosa, tentou suicidar-se, atirando-sea um rio, mas as águas levaram-na de volta às margens. A partir de então, vagueou pelo mundo à procura do seu amor,e, perseguida pela ira de Afrodite, foi sujeita a muitos perigos que conseguiu vencer devido a uma misteriosa proteção.Finalmente, Eros, impressionado pelo arrependimento de Psique e pela fidelidade do seu amor, implorou a Zeus quedeixasse Psique juntar-se a ele. Zeus concedeu a imortalidade a Psique, Afrodite esqueceu os seus ciúmes e ocasamento foi celebrado, no Olimpo, com grandes festejos.
Nos vasos gregos antigos, Psique é representada com corpo de pássaro e cabeça humana ou como uma borboleta. Umaobra de arte que popularizou o mito de Eros e Psique é a obra escultórica de António Canova (1757-1822), na qual"Psique é reanimada pelo beijo de Eros", e que se encontra no Louvre, em Paris (França)
Uma das lendas mais conhecidas do deus do Amor é a aventura amorosa com Psique, nome que em grego significa alma.
Psique era uma princesa de uma beleza tão exultante que fazia ciúmes à própria Afrodite. Esta deusa deu instruções aofilho, Eros, para punir a audácia da princesa, fazendo com que esta se apaixonasse pelo homem mais feio do mundo, eEros obedeceu. O pai da jovem, verificando que Psique era a única das suas três filhas que ainda não tinha casado,resolveu consultar o oráculo. Este revelou-lhe que deveria preparar Psique como para uma cerimónia nupcial e, emseguida, abandoná-la numa montanha junto de um rochedo, onde um monstro, seu futuro marido, a iria buscar. Assim sepassou e, enquanto aguardava resignada a sua triste sorte, Psique foi recolhida pelos braços de Zéfiro, que a levou paraum lindo palácio. Psique estava quase a adormecer, quando um ser misterioso apareceu na escuridão do seu quarto e lhedisse que era o marido a quem ela estava destinada. Era o belo Eros que desempenhava o papel de marido, tentandodesta forma executar o castigo que Afrodite pedira, mas, ao ver Psique, apaixonou-se imediatamente por ela. Antes dedesaparecer, pouco antes do amanhecer, Eros obrigou Psique a jurar que nunca tentaria ver o seu rosto.
Com o passar do tempo, Psique apaixonou-se pelo ser misterioso até que um dia, ao visitar as irmãs, invejosas da suafelicidade, foi instigada a ver o rosto do seu marido. Então, curiosa, Psique resolveu seguir o conselho das irmãs. Assim,enquanto o marido estava a dormir silenciosamente, Psique acendeu uma vela e, em vez do monstro, encontrou obelíssimo Eros. Aproximando-se para o ver melhor, deixou cair uma gota de cera no ombro do deus. Eros acordou e,furioso, reprimiu-a pela sua curiosidade e pela quebra da promessa que lhe tinha feito e retirou-se. Ao mesmo tempo,desapareceu o palácio e Psique encontrou-se, de novo, na montanha, onde, desgostosa, tentou suicidar-se, atirando-sea um rio, mas as águas levaram-na de volta às margens. A partir de então, vagueou pelo mundo à procura do seu amor,e, perseguida pela ira de Afrodite, foi sujeita a muitos perigos que conseguiu vencer devido a uma misteriosa proteção.Finalmente, Eros, impressionado pelo arrependimento de Psique e pela fidelidade do seu amor, implorou a Zeus quedeixasse Psique juntar-se a ele. Zeus concedeu a imortalidade a Psique, Afrodite esqueceu os seus ciúmes e ocasamento foi celebrado, no Olimpo, com grandes festejos.
Nos vasos gregos antigos, Psique é representada com corpo de pássaro e cabeça humana ou como uma borboleta. Umaobra de arte que popularizou o mito de Eros e Psique é a obra escultórica de António Canova (1757-1822), na qual"Psique é reanimada pelo beijo de Eros", e que se encontra no Louvre, em Paris (França)
(Artigo retirado de Infopédia)
domingo, 9 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Destino por Jung
"Quando uma situação interna não se torna consciente, ela surge no exterior como destino"
Carl Gustav Jung
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Essencial
"Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós.
Não está apenas em um de nós: está em todos nós.
E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros." Nelson Mandela
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